segunda-feira, 23 de julho de 2007

sobre as opções...

Um ex-namorado meu, certa vez me disse: “algumas escolhas nos levam à algumas renúncias”... Ele citava Charlie Brown Jr. – que m*da! – mas até que ele não era tão burro assim, apesar dos pesares...
O fato é que inevitavelmente, ao optarmos por alguma coisa, sempre sobra aquela duvidinha: como seria se eu tivesse seguido por outro caminho?

É a veeeelha grama do vizinho... Parece que nunca ficamos satisfeitos com as escolhas que fazemos...
Ninguém nos obrigou! Fomos lá, após pensar dias/meses/anos ou apenas alguns minutos e decidimos. Pronto.
(P-r-o-n-t-o?????)

O que a gente esquece – ou simplesmente não tem como lembrar– é de pensar em todas as consequências das nossas escolhas:
Optar por um casamento, normalmente, nos impede (“”””impede”””””) de sair por aí provando de outros (eu queria escrever mel no plural...) e começamos a questionar alguns hábitos do parceiro que não condiziam com o que estávamos acostumados... Optar por ter um filho, significa que passaremos o resto de nossas vidas nos dedicando à alguém (até que percebamos que os filhos “são criados para o mundo”)... Escolher entre uma amiga e um namorado (quando essa convivência é conflitante) pode nos fazer perder uma grande amiga e ganhar um namorado E vice-e-versa...

Enfim, opções...

Mas sim, todas as opções têm seus prós!
A companhia doce do marido, a delícia de se criar um filho, a felicidade de encontrar o “amor da sua vida”... Então porque contestamos tanto???
Será DO ser humano ficar insatisfeito para ativar a busca???
Pode ser... Mas que a busca seja sempre encarada de uma boa maneira...

E outra: qual o tempo de garantia para se voltar atrás de uma escolha?
Para algumas: ZERO!
Portanto, ao se fazer escolhas, é melhor estar absolutamente ciente do que virá, para não entrar em crise depois, não é?

Mais looping (e tema para um próximo post): contar com o outro...

8 comentários:

Anne M. Moor disse...

A vida é feita de momentos. Momentos em que hesitamos. Momentos em que decidimos (Não necessariamente de maneira 'certa'). Momentos em que hesitamos de novo e de novo e de novo. Tomamos outras decisões e assim continua a vida. O que eu tenho encontrado ao longo da vida é que ela feita muito mais de INCERTEZAS que nos impulsionam pra frente do que de certezas que nos imobilizam.

Ju disse...

A respeito desse tema penso que quem não escolhe o que perder, perde o que não escolheu...

MP disse...

Nossas escolhas dizem tudo ao nosso respeito. Se poderiamos ou não escolher diferente, não interessa na verdade. O importante é ser fiel as coisas que acreditamos e pé na estrada...

Anônimo disse...

No momento só tenho feito escolhas erradas como diz minha mãe... Tô sem condições... hohoho Beijo amiga!

Anônimo disse...

Isso depende de cada pessoa... a verdade é q sempre temos q optar...
O q não deve existir é o arrependimento pela escolha feita....

Flavio Ferrari disse...

Já que a gente não pode escolher pelo outro, melhor escolher por nós mesmos...
Deixa pr'a lá, garota, e aproveita o que está por vir.

Walmir Lima disse...

O pior arrependimento é o de não ter feito escolhas. E quem as faz adquire o direito de voltar atrás. Como disse Lenine: "O futuro foi agora. Tudo é invenção".
O válido é a busca constante da felicidade.
Nada mais importa do que viver e ser feliz.

Udi disse...

Nem sempre (tavez na maioria das vezes) podemos prever o resultado das nossas escolhas, mas é importante acreditar que estamos preparados para o que vier (de bom e de ruim) do resultado das nossas escolhas.
...e lembrar sempre que é muito bom ter opção.