terça-feira, 11 de setembro de 2007

it was not a school girl crush...*

Pois é... a minha versão semi-revoltada deu uma polemizada por aqui... rsrs... Tudo bem, gente, talvez a culpa seja da gente (miiinha) mesmo, em achar que todo mundo deveria ser fofo como a gente (eeeeeu) gostaria...

Então agora eu vou contar uma história romântica (eu SEMPRE tenho que me justificar!) e o fato de eu conseguir contar essa história hoje, quer dizer que uma feridinha se curou (ou quase...) (aliás, essa história já deu muito o que falar, no começo deste blog e lá no La Mexicana...)

Ah! Graças ao Ernesto e à Tina, o "É?Que mais?..." está funcionando, portanto, podem clicar que tem mais!! eee!



Conheci um cara uma vez, quando estava me recuperando do fim do meu "mais recente" namoro; ele era doce de tuuudo, lindo e um pouco mais novo que eu.
CLARO que rolou um sparkle NA HORA em que nos encontramos, coisas que a gente não explica... (um segredinho: eu já tinha ido ver a fotinho dele no orkut de uma amiga antes de conhecê-lo, mas nunca imaginava quando poderia encontrá-lo... """coincidências""").

Bom, tudo lindo, ficamos e "nos encaixamos" per-fei-ta-men-te.
Pobre do ex... Tinha A-CA-BA-DO de dançar de vez!

A gente pensava igual, tinha gostos iguais, completava os pensamentos, etc... (agora lembrei da Cámilas dizendo que eu sempre digo algo do gênero "o cara tinha frio nos pés como eu!" e tinha, Cá! hahahahhaa)

A mãe da amiga disse até que a gente era parecido fisicamente: almas gêmeas... LINDO!

Houve momentos em que eu me encontrava absolutamente feliz! (Apesar da insegurança que ele me causava)
Tinha horas que eu queria colocá-lo num potinho bem amassadinho e guardá-lo só pra mim (OOOOOOOOOOOOPS!).
Eu passava MAL! Sofri com essa... (ave, como eu falo "arredio" nesse caso: arrediez? acabei de inventar!)

Até que um dia teve que acabar. Essa indecisão estava me fazendo mal e talvez tivesse sido muito cedo pra eu entrar de cabeça num relacionamento novo com um cara novo e novo (pq ele era bem imaturinho...)

Um tempo depois, nos encontramos. Ele já estava namorando (com alguém que certamente teve rédeas bem mais curtas que as minhas), mas na ocasião estava só. Foi ótimo! Conversamos muito (só conversamos), nos divertimos e em determinado momento ele me disse que eu estava diferente...
Claro! Eu não estava mais com aquele olhar de Lady (and the Tramp) que outrora era direcionado pra ele (adorLo "outrora")...

Ainda assim, fui embora com uma sensação ótima: eu ainda adoraaaaaava aquele menino. Adorava a nossa história e adorava os momentos que passamos.

Adorava também o que ele significava pra mim e o que eu, certamente, significava pra ele.

Pra mim, naquele momento, pude compreender melhor o que poderia ser o amor. (aliás, escrevi isso aqui também! (ele que tirou aquela foto) Eu não queria mais colocá-lo num potinho. Pra mim, bastava que meu espaço no coração dele estivesse pra sempre resguardado.

Com o tempo, a euforia daquele momento também passou. Hoje eu nem penso mais nele, até porque ele não é mais a mesma pessoa. Por influências, por sofrimento, sei lá. Talvez um dia aquela pureza volte para ele. Talvez nunca mais...
Se ela não voltar, o que foi vivido está guardado com carinho e me fez reaprender na marra que o amor pode e deve começar devagarinho... Regado com cuidado, diariamente, respeitando os limites do outro e os nossos próprios limites... Enfim... Crescendo aos poucos...

*trilha sonora: Breathe - Joss Stone (ai, eu queria taaaaanto poder pôr musiquinhas aqui...)

5 comentários:

Anônimo disse...

Érica,

Confesso que tentei... Mas não estou habilitada!!!

Será que ainda tem espaço?

MP disse...

Fico feliz de ver esse desabafo...
...e mesmo não ter visto vocês juntos, quando fiquei sabendo fiquei feliz por saber que duas pessoas que a Ju ama muito, estavam juntos e se adorando...

O que eu vi mesmo, foi a sua tristeza no fim e o estado lastimável em que ele se colocou com a nova pessoa na vida dele.

No final, pensa: você passou por essas e cresceu. E ele?? NOT!
Paciência...

Udi disse...

Solidariedade ajuda?
* suspiro também!

Anônimo disse...

Agora consegui...

Bons momentos, boas recordações, amor eterno e a certeza de viver o que era possível!!

Boa experiência de vida!!

Érica Martinez disse...

é ótimo esse momento em que a gente consegue por em palavras tudo o que passou... quer dizer que passou mesmo e pode virar livro... rsrsrs