Sabe o que dói? O tal do desapego...
Ô processinho duro esse que os astros me propuseram pra este ano...
É claro que todo mundo se sente bem com o acúmulo de coisas: dinheiro, amigos, amores, bens... sei lá. O problema é quando começamos a passar tudo isso por uma triagem e vemos que não dá pra ficar com tudo o que gostaríamos...
Ju sempre me falou uma coisa interessante: “é preciso deixar morrer o que tiver que morrer pra depois renascer” e, curiosamente a turbulência têm sido tanta, que hoje pude vivenciar as duas partes dessa frase: tive que deixar morrer o que estava desgastado, pois percebi que em algum momento uma amizade deixou de ser uma relação aberta e se transformou num vulcão de coisas não ditas prestes a explodir. 
Deixei, com dor, mas com a consciência de que tinha agido da melhor maneira e seguido meu coração acima de tudo.
Felizmente, minutos depois, recebi um telefonema de uma pessoa que também “passou por essa triagem” e ainda assim retornou. Que ótimo! Sinal que ter agido honestamente naquela situação me deu credibilidade para poder desfrutar da sua amizade novamente; zerada, sem issues.
E é assim... desprender-se para não sofrer, em todo tipo de relação, pois o que for verdadeiro, retornará...
Continuo exercitando...
terça-feira, 4 de setembro de 2007
vai passar...
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4 comentários:
Obrigado por seus textos...ele nos dá muita força!Beijo!
A intensidade não combina muito com despreendimento...
A pior das verdades é melhor do que a melhor das mentiras.
(to filosófica, curta e grossa, rsrs)
Estrelinha! que bom tê-la por aqui!
devo dizer que sou muito curiosa pra saber quem é vc... mas seja bem-vinda ainda assim!
É, Anne... neste caso tive que separar muito bem esses dois assuntos...
Pois é, gata... Sendo verdade, há de ter um final feliz.
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