segunda-feira, 5 de novembro de 2007

"off with her head!"

Falando sobre Dogville; numa determinada hora, o pai diz à filha que ela era arrogante por não julgar os outros com os mesmos critérios que julgava a si própria...

Algo assim:
“pq deve compreendê-los pelas coisas que fazem? No que eles são piores que vc que não podem ser julgados pelos seus critérios?”

Será que é isso?

Ou apenas compreendemos os outros e tentamos não julgá-los por sabermos que em algum momento, razões que ninguém explica podem levar-nos a cometer atos que a nossa própria “moral” condenaria?

Qual é o limite do não-julgamento?

5 comentários:

Flavio Ferrari disse...

E existe um limite ?

Érica Martinez disse...

aí é que está: até que ponto conseguimos compreender os outros sem nos tornarmos "arrogantes", entende? looooping...

disse...

É uma equação inversamente proporcional à compreensão da alma humana.Sua busca, sua imperfeição.
E diretamente proporcional à expansão da consciência e da visão que abrem as portas da percepção (empresta Huxley?),apontando diretamente para o não julgar.

Érica Martinez disse...

Uau, Lú! As portas da percepção demoraram um pouco para se abrir com esse seu comentário complexo - rs - porém, absolutamente correto!

Udi disse...

é tão mais simples não julgar! mas, como diz o mestre (FF) nem tudo que é simples é fácil.