O pai do meu chefinho faleceu hoje pela manhã.
Embora já doente há muito tempo, parecia que ele e os irmãos achavam que o homem daria a volta por cima... Nesses casos, é difícil aceitar até o que está óbvio, não?
Ele, meu chefinho amado, está acabado.
O pior disso tudo é que todo o sofrimento não acaba com a morte e sim, começa uma nova fase, talvez até mais dolorosa, pq não há mais nenhuma esperança para confortar e sim uma saudade doída e um monte de dúvidas a respeito do que poderíamos ou não ter feito.
Meu chefe, esse homão de incomparável coração está precisando de força e todos os melhores pensamentos e lá vou eu hoje tentar fazer o que de melhor eu puder fazer por ele, ainda que seja um abraço apertado e boas energias.
A Intertextil está de luto.

3 comentários:
Lamento muitíssimo a perda do pai do seu chefe. Que um pouco de mim esteja em seu abraço enlutado.zuleica
D. Zuleica! (assim mesmo, com cerimônia!)
Que honra tê-la por aqui e ainda mais com comentário tão doce!
Muitos abraços foram dados, com todo o carinho do mundo!
Obrigada e volte sempre!
Pais são imortais. Eu sei. Mas dão-se o luxo de, uma vez na vida, desaparecer de nossa vista.
Um abraço aos seus amigos, Érica.
Postar um comentário