domingo, 16 de março de 2008

tudo ao mesmo tempo agora

Nunca só um, sempre dois, sempre mais...
("amor, pede uma porção de batatas fritas?")
É o exagero intrínseco da alma que está se assumindo sagitariana
Ou o medo de perder tempo.
Escolha apenas um.
Acho melhor levar dois... Só dois.
Por que e se eu chegar em casa e gostar tanto que precisaria de mais?
E aí fica longe, o trânsito é difícil, o tempo chuvoso...
E se um não for o bastante? E se um decepcionar?
"Quem tem um não tem nada", foi a frase da semana, no escritório.
Será que ela deveria servir pra tudo?


"[...] tínhamos primeiro que experimentar os mais diversos e contraditórios estados de indigência e felicidade na alma e no corpo, como aventureiros e circunavegadores desse mundo interior que se chama "ser humano" [...] - em toda parte penetrando, quase sem temor, nada desprezando, nada perdendo, tudo saboreando, tudo limpando e como que peneirando do que seja acaso [...] - até que enfim pudemos dizer: eis aqui - o nosso problema!" Humano, demasiado humano - Friedrich Nietzsche

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