sexta-feira, 31 de agosto de 2007

bamos a la playa!


Então... sexta...
Mesmo com a previsão do tempo não sendo lá das mais favoráveis, aqui vou eu, rumo à praia reciclar as energias...
Não tava querendo muito ir... Maresias, muvuca... Ñão tava no mood, mas praia, né? Praia é SEMPRE praia...
Além do mais, é uma ÓTIMA oportunidade de deixar o mar levar tudo de pesado que se passou esse ano, visto que meu ano novo está pra recomeçar.
E-B-A!

mais rapidinhas

*

Ontem achei uns blogs bacanas sobre moda. É, exercendo...
Mas a maioria era francês... Nhé. Ainda não cheguei nesse nível... Fui procurar cursos para aprender a língua, já que pretendo ir pra Paris um dia desses... hehehe...; encontrei alguns, regulares, de 2 anos. Uns outros, “executivos”, prometem o conteúdo todo em 4 meses. Que eu preferiria - esses planos a mega longo prazo me “assustam” um pouco - mas segundo um amigo meu que é professor, é impossível aprender tudo o que precisamos saber em tão pouco tempo... nhé.

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E por falar em francês, seguindo a dica do Ernesto, fui lá no Bon-Sequitur e sendo filho de quem é, era de se imaginar que teria modernidades invejáveis como um media player com uma música do dia... AdorLei!

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Adorei tb os desenhos da menina do Garance doré.
Trabalho com corel, photoshop e illustrator há tanto tempo que perdi um pouco o hábito de desenhar à mão... Preciso retomar. Por isso me inspirei e fui brincar de desenhar um pouco...

*
errrr... NOOOOOT!

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

derrubando barreiras

O momento é mesmo de renovar as coisas...

Ontem à noite, se tivesse um machado, um martelo ou qualquer coisa assim, destruiria a parede que separa o escritório da sala e transformaria numa salona só.
Preciso otimizar as coisas naquele apartamento... Dar uma reciclada no Ch'i...
Acho que vou fazer isso hoje. Esse "Extreme Makeover" devia ser censurado!

a cobra queria ser borboleta...

O problema da cobra é que ela envenena quem chega perto.
Tudo o que ela emana é letal.
Suas palavras, suas atitudes...
É incapaz de ser boa sem segundas intenções.
Rasteja pelos lugares atrás de vítimas e não de amor.
É feia. Todos fogem.
A única maneira de trazer alguém pra perto é
envolvendo seu corpo
e o esmagando até faltar o ar.
É incapaz de abrir a boca sem espalhar o azedume peculiar.
Nem amarga consegue ser.
Porque o amargor provém de uma história, não nasceu assim.
O azedume é simplesmente algo que quis ser muito doce e não agradou...
ficou esquecido, até azedar.
Sua vida é medíocre.
Suas limitações são inúmeras.
Não é à toa que “Deus não deu asas às cobras”...
Elas não merecem ter asas.
Se merecessem, seriam doces e coloridas, como as borboletas...

PS: e sabe que as cobras se indignam com as outras cobras e também são vítimas do seu veneno? mundo animal...

la mexicana

Caroninha com paps, rodízio. CAÍ DA CA-MA!
Fui remexer o baú...
Quando o abandonei, queria esquecer um monte de coisas...
Funcionou em parte.
Mas renovar alguma coisa sempre traz uma esperancinha...
Esta soy yo, Consuelo, ayer... (ó no...)

http://letstaalk.blogspot.com/

Um monte de coisa mudou, outras nem um pouco...

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

não por acaso

Devorando o "A insustentável leveza do ser".

Não sei bem definir qual é o tipo de livro que realmente me atrai, visto que os que eu mais gostei (os que me lembro agora, omddc) não tem muita relação um com o outro (ou não...). Sei que com esse eu não consigo parar. Até a viagem chata de metrô passa rápido pq não consigo desgrudar os olhos do bendito...

Só pra situar: sem carro por 10 (deeeeeeeeeeeez!) dias, por conta de um motorista displicente que me acertou. E não me venham com o romantismo de que a viagem de metrô é interessante... Não é. Não nos horários de rush. Por minha sorte, na linha verde, o metrô nem é tão cheio, mas eu acho um saco. Ou não... rs... Porque assim tenho tido um tempo raro para ler meus livros... Anyway...

Um dos porquês de eu ter me apaixonado pelo livro foi resumido numa das páginas que estava lendo hoje, que fala sobre os acasos que transformam a vida num romance misterioso e lindo.
Acasos esses que fazem parte da minha vida o tempo todo, que eu procuro prestar atenção e buscar as respostas para poder desvendá-los.
Acasos esses que me fizeram bater o olho na estante e me despertaram o interesse por um livro que retratava justamente alguns fatos pelos quais já passei e que por conta de alguns desencontros estavam me levando a crer que era melhor não crer em mais nada disso.
Fascinante!
Por isso fiz questão de transcrever alguns trechinhos deste capítulo que é tão... revigorante... digamos assim...
Enjoy:



Durante a viagem de volta de Zurique a Praga, Tomas sentiu-se mal com a idéia de que seu encontro com Tereza tivesse sido o resultado de seis acasos improváveis.

Mas, muito pelo contrário, será que um acontecimento não se torna mais importante e carregado de significados quando depende de um número maior de circunstâncias fortuitas?
Só o acaso pode ser interpretado como uma mensagem. Aquilo que acontece por necessidade, aquilo que é esperado e que se repete todos os dias, não é senão uma coisa muda. Somente o acaso tem voz. Tentamos interpretar o acaso como as ciganas lêem no fundo de uma xícara o desenho deixado pela borra do café.
...
Tomas levantou os olhos para ela e sorriu: - um conhaque, por favor.
Nesse momento o rádio tocava uma música.
...
Beethoven
...
Ela conhecera Beethoven desde que um quarteto de Praga tinha vindo à pequena cidade fazer uma temporada...
...
Desse dia em diante Beethoven tornou-se para ela a imagem do mundo "do outro lado", a imagem do mundo ao qual aspirava pertencer. No momento, enquanto voltava do balcão com o conhaque para Tomas, esforçava-se para decifrar esse acaso...
...
O acaso tem suas mágicas, a necessidade não. Para que um amor seja inesquecível, é preciso que os acasos se juntem desde o primeiro instante, como os passarinhos sobre os ombros de São Francisco de Assis.
...
Nossa vida cotidiana é bombardeada de acasos, mais exatamente encontros fortuitos entre as pessoas e os acontecimentos - aquilo que chamamos de coincidências.
...
Mas o amor nascente aguçou nela a percepção da beleza, e ela jamais esquecerá essa música. Toda vez que a ouvir, tudo que acontecer em torno dela, nesse momento, ficará impregnado com seu brilho.
...
A vida humana é composta como uma partitura musical. O ser humano, guiado pelo sentido da beleza, transpõe o acontecimento fortuito para fazer disso um tema que, em seguida, fará parte de partitura da sua vida. Voltará ao tema, repetindo-o, modificando-o, desenvolvendo-o e transpondo-o, como faz um compositor com os temas de sua sonata... O homem incoscientemente compõe sua vida segundo as leis da beleza mesmo nos instantes do mais profundo desespero.
O romance não pode, portanto, ser censurado por seu fascínio pelos encontros misteriosos dos acasos, mas podemos, com razão, censurar o homem por ser cego a esses na vida cotidiana, privando assim a vida da sua dimensão de beleza.

rapidinhas


Blogo porque penso demais
O trabalho perdeu a graça de outrora
Sai automático
Não exige da minha mente tudo o que eu posso fazer
É por isso que eu blogo
Não dá pra beber durante o expediente...

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Bukowiski, citado no blog Café&Cigarros, não vi o filme, mas li alguns contos. O nome do livro me atraiu. Assim como quem indicou.
Gosto também da linguagem escrachada, sem regras. Sua vida também é caótica. Gosto.
Gosto dos prazeres mundanos. Gosto, na verdade, da figura entregue aos prazeres mundanos.
A imagem do maço de cigarro incomum, meio amassado + um copo de um drink específico, também incomum... Não sei... um jack&coke menos sofisticado, talvez... Um homem, sexual (sim, com X mesmo) e romântico - sempre! - viril, entre a fumaça, na mesa do bar ou café, a ler um livro ou um jornal...
Será que eu vi isso num filme? Imaginei DeNiro,um pouco mais jovem do que hoje nessa cena... George Clooney ficaria bonito DEMAIS, não combinaria...
Nem “Al”, muito elegante ele, até quando faz um latino-americano clandestino como em Scarface... Não sei, vou procurar uma imagem.

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Quero ler: Jack Kerouac... A começar por On the Road...

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Gosto também de fotos do dia-a-dia, da mesa, da xícara de café usual, dos livros na estante, da cama desarrumada.
Vou aproveitar o papo com o Ortega de ontem e começar a captar esse tipo de coisa. Terapêutico.
(minha mesa também é um caos!)


terça-feira, 28 de agosto de 2007

é namoro ou amizade?

Ah... Xico, Xico,Xico...
Esse é O cara!

Sabe que andei pensando nisso outro dia:
Acho que NUNCA fui pedida em namoro...
Quer dizer, fui, uma vez, que eu me lembre, até meio recente, mas aí já tava rolando há séculos e a frasezinha foi puro caprichinho. Charme.
Antes disso, namorei algumas vezes e sempre foi rolando, rolando até o dia que estávamos decidindo qual o nome dos nossos filhos e, mais tarde, dizendo que “estava tudo acabado”.
Acho que essas formalidades já nem existem mais mesmo, apesar de eu ter algumas amigas que acham que se isso não rolar, não é namoro. Ok, ok, é romântico, mas quantas exigências fazemos, né?

Quer mais do que o cuidado de saber que a água que vc gosta é gelada e não na temperatura ambiente?
Que vc gosta de Trident de um sabor X e come só a metade, pq não gosta de chiclete grande?
E saber com quantos travesseiros vc prefere dormir, então? Surpreendente!

Mais do que um simples pedido, são desses gestos que é construída uma relação.
É como o “eu te amo”, que demora tanto pra sair e que no final, sai completamente sem vontade... Só o: “eu também” insosso...

O Xico dá a dica do cinema, que eu realmente acho romântico, mas nesse caso pra mim ainda não é O indício, ao contrário do que ele diz...
ENJOY...

QUALÉ, MANÉ?...



É namoro ou amizade? Rolo, cacho, ensaio de amor, romance, conto, fábula de formiguinha ou pura clandestinidade?
“Qualé a sua, meu rapaz?!”, indaga a nobre gazela.
E o homem do tempo nem chove nem molha. Só no mormaço, só na leseira das nuvens esparsas.
No tempo do amor líquido, para lembrar o título do ótimo livro do filósofo contemporâneo Zygmunt Bauman sobre a fragilidade dos encontros amorosos, é difícil saber quando é namoro ou apenas um lero-lero, vida noves fora zero y bandeirosos corazones...
Cada vez mais raro o pedido formal de enlace, aquele velho clássico, o cara nervoso, se tremendo como vara verde: “Você me aceita em namoro”?
Talvez nem exista mais.
O amor e as suas mudanças. A maioria dos homens, além de não pedir em namoro, além de não pegar no tranco, ainda corre em desespero diante de uma sugestão ou proposta de casamento feitas pela moça.
O capítulo bom da história é que agora as mulheres também partem para o ataque e, diante de uns temerosos ou acanhados sujeitos, escancaram seus desejos e fazem suas apostas, seus pedidos, põem na mesa os seus desejos e as cartas de intenções.
Era bem bacana esse suspense masculino do “você quer namorar comigo?”
Havia sempre o medo do fora. Um sim, mesmo o mais previsível, era uma festa.
“Quer namorar comigo?”
No tempo do “ficar”, quase nada fica, nem o amor daquela rima antiga.
Alguns sinais, porém, continuam valendo e dizem muito. O ato das mãozinhas dadas no cinema, por exemplo, ainda é o maior dos indícios.
Mais do que um bouquet de flores, mais do que uma carta ou um email de intenções, mais do que uma cantada nervosa, mais do que o restaurante japonês, mais do que um amasso no carro, mais do que um beijo com jeito, daqueles que tiram o gloss e a força dos membros inferiores.
“Vamos pegar uma tela, amor?”, como se dizia não muito antigamente.
Eis a senha.
Mais até do que um jantar à luz de velas, que pode guardar apenas um desejo de sexo dos dons Juans que jogam o jogo jogado e marketeiro.
O cinema, além da maior diversão, como diziam os cartazes de Severiano Ribeiro, é a maior bandeira.
Nada mais simbólico e romântico.
Os dedos dos dois se encontrando no fundo do saco das últimas pipocas...
Não carecem uma só palavra, ainda não têm assuntos de sobra.
Salve o silêncio no cinema, que evita revelações e precoces besteiras.
Ah, os silêncios iniciais, que acabam voltando depois, mas voltando sem graça, surdo e mudo, eterno retorno de Jedi. Nada mais os unia do que o silêncio, escreveu mais ou menos assim, com mais talento, claro, Murilo Mendes, poeta dos melhores e mais líricos.
Palavras, palavras,palavras...
Silêncio, Silêncio, silêncio...
Dessas duas argamassas fatais o amor é feito e o amor é desfeito. Simples como sístole e diástole de um coração que ainda bate.

Escrito por xico sá às 03h16

eu preciso aprender a só ser...

Ontem estava assistindo novela (nunca assisto!) e na estante, bati os olhos em dois livros, que estão lá há muito tempo e eu os tinha esquecido:
Brumas de Avalon (já o vi citado por esses dias) e A insustentável leveza do ser.
Peguei os dois.
O primeiro, já tinha começado a ler há um tempo, mas parei (ah vá!), mas vou retomar, talvez agora tenha um outro significado e o outro, BÁRBARO! Não conseguia parar de ler!
Vcs já devem ter lido, imagino... Fala, inicialmente do pesado fardo de SER e a dúvida entre o que é melhor: que seja pesado ou leve?
Não sei... Penso que com o peso das coisas, desenvolvi uma força que não imaginava ter (She-hulk!) e acho bom isso.
Vamos ver como se desenrola esse assunto...
E aí, hoje, inspirada nas citações da Udi, fui ouvir Gil - Gil dos bons tempos, não o ministro. BARBÁRO TAMBÉM.
Acho que vc já citaram essa música por aqui, portanto:

Sabe, gente.
É tanta coisa pra gente saber.
O que cantar, como andar, onde ir.
O que dizer, o que calar, a quem querer.

Sabe, gente.
É tanta coisa que eu fico sem jeito.
Sou eu sozinho e esse nó no peito.

Já desfeito em lágrimas que eu luto pra esconder.

Sabe, gente.
Eu sei que no fundo o problema é só da gente.
E só do coração dizer não, quando a mente.
Tenta nos levar pra casa do sofrer.

E quando escutar um samba-canção.
Assim como: "Eu preciso aprender a ser só".
Reagir e ouvir o coração responder:
"Eu preciso aprender a só ser."


ô vontade de uma praia booooooua! Gil é muito praia!

good day, sunshine!

Já se falou muito sobre sonhos...

É um daqueles temas onde cada um acredita no que bem quiser, pois ninguém tem como ver o sonho que o outro sonha, portanto, a verdade sobre ele é de cada um.

Jung* estudou, Freud estudou e ambos têm teorias interessantes à respeito.

Na faculdade, quando estudava Freud, uma coisa me marcou: ele dizia, mais ou menos, que os sonhos são frutos do que o nosso subconsciente armazenou naquele dia e mais, que eles são a realização dos nossos desejos. Por isso, é comum, falarmos, por exemplo de "melancia" e sonharmos com uma...

Dizem que os sonhos duram no máximo 1 minuto, talvez nem isso e que todos aqueles "sonhões" que a gente lembra, são os últimos da manhã, próximos à hora de acordar...

Tem também toda aquela história dos símbolos e etc, que é longa e eu não lembro muito bem, agora, a minha questão é:

Por que o subconsciente armazena apenas determinadas coisas?

Qual será o mecanismo que ele usa para ressaltar a importância de algo que pode até passado desapercebido para o meu consciente, mas que o sub sabe que deverá trazê-lo à "superfície"?

Tem mais: algumas pessoas acreditam que durante o sonho, o nosso espírito sai do nosso corpo e "vai fazer visitas" durante à noite, por isso, às vezes acordamos mexidos, com alguém na cabeça e tal...

Honestamente, eu gosto dessa teoria, principalmente quando tenho sonhos bons como o desta noite que me fazem ficar mundo da lua durante o dia... Ê laiá!
continua... *



*O primeiro encontro entre Freud e Jung foi em 27 de fevereiro de 1907, transformou-se numa conversa que durou treze horas ininterruptas,depois deste encontro estabeleceram uma amizade de aproximadamente 7 anos, no qual trocavam informações sobre seus sonhos, análises, trocavam confidencias, discutiam casos clinicos. Porém, tamanha identidade de pensamentos e amizade não conseguia esconder algumas diferenças fundamentais. Jung jamais conseguiu aceitar a insistência de Freud de que as causas dos conflitos psíquicos sempre envolveriam algum trauma de natureza sexual, e Freud não admitia o interesse de Jung pelos fenômenos espirituais como fontes válidas de estudo em si. O rompimento entre eles foi inevitável

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

try... just a little bit harder

Pensando...

O pior de quando uma coisa, teoricamente, não dá certo, é que há uma expectativa em volta dela que é difícil minimizar...

Na verdade, mais pesado fica se há mais pessoas envolvidas, aquelas que tooorcem por você; a frustração é ainda maior porque, além de você ter que explicar para si que essas coisas acontecem e blablabla, tem que ficar justificando e teorizando o assunto quando seria melhor esquecê-lo.
Ou ainda, ficar explicando os mecanismos que vc usa para compreender que aquilo é apenas um tropeço diante de toooodos "os obstáculos que a vida apresenta"... Cansativo... São mecanismos que só servem pra você! Tipo, "haute-couture"...

Tá, você não tem que provar nada pra ninguém e tal... Mas tem, né? Tem aquela "dívida" com a torcida... Segurar a onda deles para não sairem atirando pedras, tomates e afins, naqueles que contribuiram para o "fracasso" da missão... rs...

Coloco entre aspas, pq eu não admito a perda.

Ruim? Talvez... Mas vejo pelo meu histórico que obtive muitas vitórias com a persistência e essa é minha essência absoluta: persistir, desafiar (não competir, hein!), provar que dá certo... Porque dá. Basta querer!

gente! eu não estou louca!

Nem em depressão!
TPM é assim mesmo, aqui ou lá no 02neurônio...
Ernesto: mais material pra vc, que prometeu escrever sobre. ("prometeu" é só uma maneira de pressionar... rsrsrs...)
(vai ficar interessante a visão desse lado aí sobre os humores pelos quais passamos quando estamos tepeêmicas)
Criei até um marcador para rastrear as minhas fases... Vou desenvolver uma tese!
(leiam o texto da TPM abaixo)


TPM, agosto e Freud

"Ei, eu to com TPM ou estou ficando louca?" Faço essa pergunta alto no meio da multidão que tenta entrar em um show lotado na noite de sexta. Vila Madalena. São Paulo. "Você está, com certeza. Na verdade, era para você já ter ficado menstruada". ela responde.
É sempre bom saber que é TPM e que a gente não está ficando louca (pelo menos não para sempre). Dá um alívio danado.

E é sempre bom ter amigas que sabem mais sobre a nossa TPM do que nós mesmas. Isso porque, por conta da afinidade, loucura feminina e convivência, ficamos menstruadas ao mesmo tempo. Diminui a solidão para caramba.

E é quase um milagre conseguir lembrar de coisas boas com TPM, sensação de massacre e lembranças do mês de agosto do ano passado (terríveis). Tantos anos de análise servem para alguma coisa.

Amém. Sigmund, amém!
(Por Nina Lemos)

hehehehehe
vcs já perceberam que eu estou me divertindo com esse treco de encurtar os textos? já já eu paro e coloco só nos textos que precisam mesmo...
ainda não deu completamente certo, a Tina ainda precisa me ajudar nuns ajustes pq estão aparecendo até nos que não são longos...

alô, alô marciano...


E por falar em humor, recebi um e-mail hoje que dizia que Marte estará mais próximo da Terra esta noite.

Diz que a proximidade é tanta que, a olho nu, parecerá que temos duas Luas.
Adoro esses acontecimentos astrais! Sempre faço bons pensamentos e tal, independente do que signifiquem realmente.
Tenho a impressão de poder captar toda a energia desses encontros... Mui bueno!
Astrologica-energeticamente falando, sei que marte é um planeta de força, agressividade, impulso, uma energia muito forte e por isso, tenho a sensação de que os ânimos podem ficar meio exaltados...
Por isso, a dica é: BOM HUMOR E ALTO ASTRAL! Para não canalizar essa energia de maneira “trágica”.
By the way: li que poderemos ver Marte assim pertinho às 00:30h, se alguém tiver outra informação...

tecnologia X teimosia

Eu gostaria de entender algumas coisas do mundo “corporativo”, se é que as peculiaridades desta empresa em que me encontro pode ser incluida nessa definição...

Temos uma pessoa responsável por fazer os custos das peças
Toda vez que temos uma bendita reunião, as adoráveis compradoras pedem essas e aquelas alteraçõezinhas nas peças que sempre oneram custos... Pois é. Aí, toca a pobre moça, sair correndo para recalcular tudo aquilo. SÓ QUE ELA FAZ À MÃO! Em uns formulários ARCAICOS! E ela sempre perde os benditos!
Será que alguém pode me ajudar a por na cabeça dessa moça que existe um programinha, chamado Excel, que facilita MUITO as nossas vidas nesse caso?
Assim ela não precisaria ter feito as 20.000 perguntas que me fez até agora...


EU NÃO ESTOU MAL HUMORADA!

Inspire, expire... 1... 2... 3...4...5...6...7...8...9...10...




"segundona"

Ai, credo!

Tudo bem que na semana passada eu estava mal humorada, mas isso era entre eu, vocês e os chocolates...
Agora... aqui, parece que a segunda-feira é muito dolorosa pro povo...

Devia ter chamado eles pra sairem comigo no final de semana pois tive ótimas sessões de "amigoterapia" e acordei no maior bom humor...
(eu nem tô reclamando do cara aqui do lado ouvindo Celine Dion remixada...)

Aliás, não sei porque eu nunca tinha ido no Bourbon Street Festival, festa bacana com gente bonita e música boa: perfeito!
Depois eu conto.

domingo, 26 de agosto de 2007

os amores da minha vida

Tantos foram os amores da minha vida...
Naquele tempo, os únicos, hoje, nenhum
Ué, mas não eram o amor da sua vida?
Pois é... o poeta estava certo quando dizia
“Que seja eterno enquanto dure”

Amor, meu grande amor
Não chegue na hora marcada
Assim como as canções
Como as paixões
E as palavras...

Me veja nos seus olhos
Na minha cara lavada
Me venha sem saber
Se sou fogo
Ou se sou água...

Amor, meu grande amor
Me chegue assim
Bem de repente
Sem nome ou sobrenome
Sem sentir
O que não sente...

Amor, meu grande amor
Só dure o tempo que mereça
E quando me quiser
Que seja de qualquer maneira...

Enquanto me tiver
Que eu seja
O último e o primeiro
E quando eu te encontrar
Meu grande amor
Me reconheça...
essa música é do Barão Vermelho - Amor, meu grande amor

sábado, 25 de agosto de 2007

d. Maria Imparato

Minha vó é uma figura.
Na verdade, com um pouco de culpa até, não a vejo como uma velhinha fofinha daquelas que muitos adoram.
A malvada convivência, como diria a Camila.
É muito, muito difícil mesmo, ouvir todos os dias reclamações de dores aqui e ali sem poder fazer nada... O tempo é cruel às vezes... E a convivência então... Parece que destrói as melhores lembranças.......



Ela já tem 89 anos, com uma lucidez impressionante.
Tem absoluta noção de dinheiro e alguma de tempo.
Levei-a ao médico outro dia e ela disse para a atendente que tinha 80 anos... Deixei quieto, claro.
Cuidou de mim e do meu irmão durante a vida toda, pois minha mãe sempre trabalhou.
Meu pai a proibia de nos dar doces e chicletes a torto e a direito, mas vcs acham que ela acatou? ha ha. Felizes dos nossos dentistas!

E também não é lá uma pessoa fácil: escorpiana, rancorosa... Pôs o marido (meu avô) pra correr quando minha mãe tinha apenas 9 anos porque ele bebia muito. 1959!
Casou tarde, com uns trinta e poucos... Não sei se por não ser lá tão bonita ou por causa do gênio mesmo... Sei lá, é relativo também, minha tia Ida, irmã dela, falecida há não muito tempo, também não casou e curtiu a vida até onde pôde. Sempre de unhas vermelhas e cabelo arrumado, ia pra cima e pra baixo sem dar satisfação pra ninguém. Eu AMAVA ela.

Acho que a mulherada da minha família tem sangue fervendo mesmo...

Um dia, ela e minha tia foram ao baile, esses da terceira idade, sei lá. Quando voltaram, perguntei se tinham gostado e minha vó responde: ah, não gostei muito não, só tinha velho.
(!!!!)
Quando ela se mudou pra minha casa, eu estava arrumando seus pertences e entre eles encontrei um talco, meio enferrujado, com uma embalagem que remetia aos filmes das Panteras dos anos 70. Olhei a validade do treco: 1979. SEM-BRIN-CA-DEI-RA! Era um talco que tinha a MINHA IDADE!

- Vó, o que você faz com esse talco? Ele está vencido há séculos!

- Que nada, filha, esse talco é bão, passo todo dia no meu rosto e olha como ele é lisinho, não tenho nem rugas, olha!

Nooooooooooot! O rostinho dela parece aqueles tecidos "anaruga", sabe, todo franzidinho...
Mas quem é que vai falar isso pra ela?

(não coloquei foto pq ela ia me matar se eu pusesse a que eu tenho aqui, vou procurar uma boa e publico... rs)

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

soy yo!

Levando a sério ou não, penso -já mais relaxada por alguns copos de cerveja - que durante todo esse ano eu estive me perguntando um milhão de coisas e descobri que na verdade tudo isso era pra descobrir quem eu sou...
E eu sou isso: sou a pessoa que AMA com toda as forças, que se derrete, que faz carinho, que adora fazer mimos, que adora dormir de conchinha, que quer que todos fiquem bem, que ninguém brigue e que sejam sempre positivos.
Sou a pessoa que acredita sim, que há MAIS por trás da dura realidade, que podemos mudar o mundo, ou pelo menos transformar o nosso caminho num trajeto mais prazeroso.
Gosto de dar risada alto, de esmagar as pessoas que eu amo e também o meu doguinho!
Fico mal-humorada 2 ou 3 dias por mês e no resto deles, pode me ligar que eu vou arrumar um jeito de te encontrar.
Fico vermelha também, quando desconcertada!
Não sabia falar não pra muitas coisas até alguns meses atrás, mas tenho exercitado com fervor.
Ainda sou molenga pra um monte de coisas e inocente pra outros montes delas, mas não faz mal, eu aprendo!
Gosto das boas coisas da vida: comer, beber, rir, tomar sol, beijar na boca, fazer sexo e muito mais, amor.
É fácil me conquistar, basta ter bom humor.
Mas eu não sou perfeita, nunca fui e nem consigo.
Sou displicente, vivo atrasada, tenho preguiça e sou teimosa.
Mas esse é meu pacote completo, cheio de imperfeições e com a maior vontade de que todos sempre falem mais palavras de amor do que de ódio, ou raiva e por onde eu puder espalhar isso, lá vou eu.

"Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi..."

Dá-lhe cerveja para o final piegas... rsrsrsrs

Victoria's secrets

“A minha vida é um livro aberto”
Duvido!
Duvido de alguém que diz isso, pois certamente está mentindo.
Todo mundo tem segredos. E suas próprias razões para tê-los.
Vai me dizer que é fácil contar que toma sorvete com leite condensado sem culpa, ou que canta alto e muito mal no chuveiro? Para ilustrar, course.
Quem já não fez coisas inconfessáveis?
Incofessáveis não por ter se arrependido, mas por saber que ninguém o entenderia.
Se não entenderiam então não precisam saber.
É ruim discutir com as paredes, eu sei... E passo.
Há mais complexidade num indivíduo do que se possa imaginar!
É muito difícil desvendar a mente humana!
Nunca ninguém conseguiu. Até os que disseram que sim, ficaram surpresos com uma nova descoberta.
Por isso tento ter respeito. Tento respeitar e entender os defeitos alheios, claramente dectados e dificilmente mudados.
Respeito os caminhos e as fantasias dos outros pois sei que as minhas poderiam ser bem piores e - believe me - são.
Isso não me impede de reclamar, nem de tentar.
E muito menos de vir a me frustrar.
Ou até ficar com aquela sensação de “eu sabia”...
Ainda assim insisto em dizer: "cada um sabe a dor e a delícia de ser (ou tentar) ser o que é."