quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

ocupando a cabeça

chefe é chefe porque sempre sabe das coisas...
e sabe do que você é capaz e como incentivá-lo...
ou pelo menos o meu sabe.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

thank you, Jah...*

* for every little thing... - Rita Marley

há mais coisas entre o céu e a terra...

Estão vendo esta imagem?

É como estava a 25 de março sábado, onde - acreditem vocês - encontrei por acaso uma amiga, a Ucha, que me mandou o e-mail abaixo, pois está passada até agora com a coincidência... fofa!

De: Ana-studioix
Enviada em: segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008 17:25
Para: Érica Martinez; À GO GO
Assunto: como??????

estou pensando como????? a gente se encontra ai no meio......
tentei calcular a probabilidade......mas só Eistein....

hehehe... coisas que a gente não explica...


...porém, já nascemos livres...

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

like a lemon

ok, eu sei, gente... talvez eu descubra que isso é só TPM, ou uma fase, como dizem os astros... seja o que for, eu sempre fiz limonadas deliciosas dos limões da minha vida, so.. aguardem...

hum... amor?

Em contrapartida à minha pessimista visão, encontrei - por acaso - essas palavras do Fernando Pessoa, endossadas* pela minha psicóloga-de-plantão-e-amiga Camila, cuja posição é tão contrária à minha que nos rendeu um ótimo debate na quarta-feira... (estamos ficando boas nisso, né, Cat?)
(*ah... não era bem essa palavra, eu acho... só queria dizer que ela assina embaixo, sacam?)

"O amor romântico é como um traje, que, como não é eterno, dura tanto quanto dura; e, em breve, sob a veste do ideal que formámos, que se esfacela, surge o corpo real da pessoa humana, em que o vestimos. O amor romântico, portanto, é um caminho de desilusão. Só o não é quando a desilusão, aceite desde o príncipio, decide variar de ideal constantemente, tecer constantemente, nas oficinas da alma, novos trajes, com que constantemente se renove o aspecto da criatura, por eles vestida." - do "Livro do Desassossego"

ah, o amor...


Quando deixei de acreditar no amor romântico?
Quando vi que os meus sonhos não ultrapassavam as portas dos meus pensamentos
Quando descobri que tudo aquilo que eu sentia, só parecia ser o bastante para mim
Quando percebi que meus castelos estavam construídos sobre bases de areia e que, talvez, eu nunca soubesse fazê-los com consistência
Quando me dei conta que o amor romântico fora criado por visionários escritores e que, na prática, a gente sempre se decepcionava
Quando não consegui curar as feridas do meu corpo
Quando hesitei em levantar da cama certo dia por ter perdido um grande amor
Quando decidi que a vida deveria continuar com menos dor, mais dignidade e paz.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

na gaiola dos loucos

"Um louco jamais faz senão realizar à sua maneira a condição humana."
Jean Paul Sartre

"É mais fácil tolerar um louco
do que um meio-louco que tenta comportar-se integralmente"
Ibn Gabirol

ambrose bierce


Lá do tal livro de aforismos que (ainda) estou lendo (por entre pausas nos choros de Nietzsche), encontrei esse cara que me pareceu bastante divertido...
No livro, há sobre ele:

Em 1880, Bierce fundiu o enfoque antropológico com o senso de humor satânico em uma nova coluna no jornal Wasp, entitulada "O Dicionário do Diabo". Durante os trinta anos seguintes, ele deliciou leitores com definições diabólicas de tudo, de achincalhamento a zoologia, dando ao fim significados aforísticos a mais de mil palavras diferentes. O léxico de Bierce da aflição humana é bilioso, sarcástico e hilariante, como nas seguintes entradas:

Costas, s. Aquela parte do seu amigo que é seu privilégio contemplar na sua adversidade.

Esquecimento, s. Estado ou condição em que os maus deixam de lutar e os melancólicos ficam em paz. Depósito de lixo eterno da fama. Câmara frigorífica para esperanças elevadas. Lugar onde escritores ambiciosos encontram suas obras sem orgulho e seus superiores sem inveja. Dormitório sem despertador.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

before sunset

Pós carnaval com a cidade semi-vazia me dá um pouco de depressão e confusão.
Muita, muita coisa pra fazer por aqui e mais outro monte de coisas pra falar sobre o filme que vi ontem: Antes do Pôr-do-Sol - Lindo...
Mas, melhor do que um texto rápido e confuso como o abaixo, os deixo com um suspiro, uma dica e a imagem fooooooooofa desse filme fooooooofo (dolorido, sim, mas ainda fofo) que tem até uma valsinha pra embalar os corações... ai ai...


a la la ô - parte II

Até conseguirmos ajeitar todas as coisas e esperar a outra amiga sair do trabalho, já eram 2 da manhã.

A chuva começou logo depois do pedágio. ME-GA CHUVA!

Depois ainda de termos sido paradas - e xavecadas, diga-se de passagem - por um guarda pra lá de bem humoradinho... tsc tsc... Autoridades...

Viajamos a noite toda, chegamos na casa de uns amigos umas 8 da manhã... EXAAAAUSTAS.

Não está sol mesmo, vamos dar uma dormidinha na praia...

Aham... Todos, 2 horas depois, semi-torrados pelo mormaço que sempre pega os dorminhocos desprevenidos (foi o máximo de sono conseguido)...
Churrasco e caipirinha de uva o resto do dia.

Preciso de um banho quentinho...

É... ON THE ROAD, honey... Banho é artigo de luxo. Depois a gente vê.

Santa alma caridosa, Tati, que caiu do céu e tinha duas camas com travesseiros limpinhos para nos oferecer. (a outra amiga, em crise, debandou)

Agora sim, o sono dos justos...

- Mas conta as novidades!
Hum...Blablazzzblablablablzzzzz....

Dia seguinte de chuva, após 12 horas de sono e todas as pessoas indo embora pra São Paulo.
É a nossa deixa!
Por favor, um cineminha e um café Starbucks com muito caramelo no melhor estilo feriado frio na noite paulistana?
Definitivamente, não tenho mais idade para essas aventuras... rsrsrs...

a la la ô...

O projeto do Carnaval era arrumar armários.
Impressionante como as pessoas acumulam "coisas" no decorrer da vida...
COISAS mesmo:
Revistas PLACAR de 92 do Danilo (não falo nem das Playboys...)
Calças boca de sino de 78 do pai
Revistas de decoração da mãe
Tranqueirinhas da Érica (que tem acessos de organização e joga muitas coisas fora com frequência)

Meu irmão é o recordista:
Desde uniformes de goleiro do Timão + o CD do Ronaldo (goleiro e cantor) e os Barcelos (quem serão os Barcelos??) até molhos e molhos de chaves de cada um dos carros que minha mãe costumava trocar a cada ano. (freak!!)

Preciso ensinar pro meu irmão os mantras do desapego... rs...

Eis que começo minha arrumação no sábado bem cedo...

Vou fazer um retiro, ninguém vai estar em São Paulo. Melhor pra mim.

7 da noite, eu não tinha almoçado ainda e o que era pra ser só a arrumação do escritório, virou arrumação da casa toda e como já disse que a família Martinez tem mania de juntar tranqueiras, ela NUNCA acabaria num dia.

Preciso ainda ir ao supermercado... (cadê minha secretária?)

A amiga liga pra beber.
A outra pra viajar.

Ah, como eu amo meus amigos, eles nunca me deixam só... NEM QUANDO EU QUERO! rsrsrs... fofas!
Então, gente... Melhor não.. Tô meio mal humorada e com a casa de pernas pro ar por causa de uma arrumação INFINITA que eu decidi fazer...

Chego em casa, exausta e com fome.
Vou me entregar aos cuidados do Dr.McDreamy... (Camila me emprestou toda a temporada!!)

A bagunça olha pra mim, eu olho pra bagunça.

A amiga da viagem liga de novo e diz: Vamos pra praia, meu! A gente volta amanhã. Dormimos no carro e voltamos, vai estar mó sol!

A amiga, no msn, incentiva:
Ah, vc está lendo On the Road, deve saber que é possível dormir no carro e fazer essas coisas...


ÓKEI...

Apesar de ter ouvido a Josélia Pegorin falar que o tempo ia virar e nosso destino era UbaChuva, vamos lá...
A bagunça? Tuuuudo de volta pro escritório!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

reflexão

Perambulo pelo mundo para fugir da minha já conhecida obsessividade.

meditação: eu sou... isso!

"É necessário ter o caos cá dentro para gerar uma estrela."

resultado de uma aula de ioga deliciosa ontem! Tks, querida! ;-)

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

o telefone tocou novamente...

fiquei me perguntando o que teria acontecido...
"o que eu fiz de errado?"
dormi mal, maldisse o mundo...
havia um vazio em mim.
e eu já estava me acostumando com a sua ausência
quase não lembrava mais da sua cara
e as lembranças... tinham se perdido...
mas hoje, quando eu te vi...
quis gritar, mas apenas sorri.
você me deixou nervosa, sabia?
como teve a ousadia de levar tantas coisas contigo?
e agora aparece, na minha frente,
como se nada tivesse acontecido!
até coloquei outro em seu lugar
apresentei às pessoas
saímos para dançar...
até do meu lado ele dormiu!
mas eu sabia, não era a mesma coisa.
todos os dias, pela manhã, eu sentia
não era a mesma coisa.
nunca seria.
mas, no fundo, eu sabia que você voltaria.
talvez estivesse só precisando recarregar...
agora eu posso dizer: me liga!
e todos vão me entender
quando lhes explicar que encontrei...
meu celular!

"o mundo está ao contrário e ninguém reparou..."

(...)"A prática regular da Sirshasana (na imagem, a posição em destaque) faz fluir sangue puro e saudável pelas células cerebrais. Isso as rejuvenesce, de modo que a capacidade de raciocínio é aumentada e os pensamentos tormam-se mais claros. Garante um fornecimento de sangue adequado às glândulas pituitária (ou hipófise) e pineal, situadas no cérebro. Nosso crescimento, saúde e vitalidade dependem do funcionamento adequado dessas duas glândulas. "(...)

Evoluções da ioga: ontem consegui fazer uma das posições que eles chamam de "invertidas".
O nome "iogue" da posição é Shirshasana (ou Sirshasana?) e não foi assim fáaaacil... demorei umas 6 aulas, talvez, para começar a me equilibrar como se deve.

Quando cheguei em casa, fui pesquisar as posições num livro que uma amiga me emprestou - A LUZ DA IOGA, B.K.S. Iyengar - e encontrei o trecho acima, entãaaaao pensei:

Se é necessário ficar de ponta cabeça para atingir clareza de raciocínio e equilibrio emocional... É POR IIIISSSSO QUE VIVEMOS NOS SENTINDO CONFUSOS! hehe...

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

fog

Eu disse que tentaria
Talvez eu não fosse mesmo capaz
Nem capaz de pôr pra fora o que há em mim
Minhas palavras são pra fazer barulho
Para que eu não escute os sons dos meus próprios gemidos
Ninguém disse que seria fácil
Mas também ninguém soube explicar como seria
Sobraram-me os estilhaços que cortaram meu interior
Do lado de fora, ninguém precisa ver a cor do meu sangue.
E por que não misturar esperança com ilusão?
E acreditar que tudo dá certo quando chegar a hora
Enquanto isso, ouço a minha caixinha de música
Ela me faz sim, dormir em paz
Porque nela há a esperança – ou a ilusão - de algo bom por trás da neblina.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

"que seja eterno..."

Well... Sobre o romance internacional...

Sim, ele aconteceu.

E quem foi lá, atrás do cara, foi a tal moça. Talvez porque ela seja meio como eu: "que não sabe gostar um pouquinho..."

Namoraram por webcam durante um tempo, até que a saudade ficou pesada demais.
Apesar de suas raízes aqui, a moça já tinha viajado o bastante para saber o que deveria fazer.

Malas, passagens e lá se foi a moça apaixonada...

Fico pensando se a divisão é mesmo de 50% nesses casos... Não me lembro de saber de nenhum em que o rapaz largou tudo e foi lá, tentar... Se alguém souber...

A vida no país do moço era muuuito diferente daqui. Cidade pequena, hábitos arcaicos...
Ela continuou tentando.
Decidiram mudarem-se juntos para outra cidade.
Durou pouco...
Ela queria mais. Ele, voltar pra casa...

Combinaram de encontrarem-se na Espanha, quem sabe um dia, quando ele estivesse mais seguro...

Malas, passagens e a moça, com o coração partido...

Estavam próximos, ainda... Todos no mesmo continente!
O tempo e a decepção os distanciou...
Ela lhe daria o mundo. Ele precisava pensar um pouco.
Não houve o "felizes para sempre."

Se valeu a pena? Ambos devem dizer que sim, apesar dos sonhos frustrados.
Talvez daqui há mais algum tempo eles digam que foram muito felizes...
Por enquanto só dizem: é... pois é...

E se eles tivessem deixado de viver o romance?
Poupariam-se da dor...
Mas morreriam de saudade/curiosidade e 'quiçá', um amor platônico...

Linda história... mas final feliz?
Quando é mesmo o final?
E quando é mesmo feliz?

dr. McDreamy

É tudo culpa dele!
Aquele cara, o tal do Walt Disney, decidiu que ia vender sonhos, ou melhor, ilusões.
No manual ele dizia que quanto mais descabido, melhor.
Vendeu-nos príncipes perfeitos, ratos queridos e cachorros vagabundos com a cara maaaaais fofa do mundo.

Digo isso pq tenho um novo amor, que tem a cara maaais de cachorrinho do mundo... E ele me conquistou: Dr. Shepard, da série Grey’s Anatomy. Foi com ele que passei meu domingo e agora, suspiro pelos cantos...
Eu não tenho jeito mesmo! Rsrsrs...

perguntas do dia

Ouvi duas coisas, de dois queridos amigos, que põem em xeque o 'plano de fazer planos':

"Quem espera nunca alcança. Vive de ilusão."

" Fazer planos é esperar para vê-los destruídos"

E o que fazer com os planos que, teoricamente, deveríamos fazer?

Como pensar no futuro se não sabemos nem como será o dia de hoje?