“Abri meu coração da forma mais pura e delicada e recebi um grande não como resposta...”
Quantos já repetiram essa história?
A gente sempre se levanta, mas não esperem que voltemos a ser o que éramos...
A caminhada rumo ao topo é dura; chove, faz frio, morre-se de calor...
Renascemos das cinzas.
RE-NAS-CE-MOS = Nascemos de novo.
Diferentes.
O que existia de pureza se esvaiu com o amor que fomos obrigados a jogar fora.
Existiu uma menina, um rapaz, um dia, que amou, que se dedicou, que seria capaz de mover o mundo por causa de alguém. Lamento, mas eles morreram.
E como toda morte, tudo o que havia dentro de cada um deles foi junto...
Não é que morre a mulher, mas a mãe continua, sabe?
A vida, às vezes, é realmente injusta, pq se alguém morre, os que ficam tem que se virar. E tendo que "se virar", tornamo-nos selvagens, verdadeiros animais. Instintivos, brutos, ferozes.
E a vida na selva não é fácil. Cada um tem que cuidar de si, pq na hora de protegerem-se, nenhum deles vai pensar como é que você vai ficar... - Podem até pensar, mas terão que protegerem-se primeiro.
E tb não lhes condeno o propósito de partir alguns corações quando que em seu próprio benefício... "Todo amor é amor próprio" e se vivermos em função dos outros, cedo ou tarde esqueceremos quem somos e perderemos o que éramos, assim como nos perdemos com a morte.
Leis da selva.
domingo, 13 de janeiro de 2008
se correr o bicho pega...
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5 comentários:
Quando abro meu coração, abro. Nada devo esperar em troca. A benção de arbitrar sobre o próprio coração já não seria recompensa e tanto?!
grande Udinha...
A gente sabe que não deve mas sempre espera... Apesar de que, sim, arbitrar sobre o próprio coração seria uma benção, se ele próprio não fosse tãaao independente...
...se não fosse assim, não seria uma bênção, nénão?
As coisas nem sempre são o que parecem ser ...
E em momentos críticos nos relacionamentos humanos, sobram interpretações e falta serenidade.
Não é a hora de julgar ou decidir.
É um momento para introspecção.
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