Na faculdade estudamos Freud e os sonhos.
Naquele momento, muitas das minhas "crenças" nos mesmos, se foi pelo ralo por conta do ceticismo das suas definições, pois, afinal, faziam muito sentido.
Não havia nada de "mais" por trás dos sonhos que não a realização dos nossos desejos.
Pronto. É finito.
E hoje li lá no Prozac, um comentário da Raquel que dizia que
"a intuição é na verdade um processamento ultra rapido que o cerebro faz, juntando todas as informações e experiências do indivíduo, pra dar uma resposta a uma questão" - ela leu em algum lugar - e isso, coincidentemente tem a ver com um outro trecho que tb li estes dias que falava sobre o mundo metafísico:
"ainda que a existência de tal mundo estivesse bem provada, o conhecimento dele seria o mais insignificante dos conhecimentos: mais ainda do que deve ser, para o navegante em meio a um perigoso temporal, o conhecimento da análise química da água."
Geeeeeeezzz....
"anos plenos de transformações multicores, dolorosamente mágicas" (sim, mais do mesmo... "humano...")

10 comentários:
Foi em meio a um temporal que Benjamin Franklin teve a idéia de fazer a análize da natureza do raio.
A analogia é besta, mas nos leva ao seguinte:
A frase que você dedilhou sobre o mundo metafísico é falaciosa. Começa com "ainda que". O que prova que o autor não sabe a natureza da coisa. E em não sabendo a natureza de alguma coisa, como saber de sua importância ou desimportância?
O autor da frase, possivelmente, xingaria a mação que lhe caísse na cabeça. Newton, mais esperto que ele, construiu um mundo novo.
Desdenhar indícios é proprio das mentes preguiçosas -- ou pouco valiosas...
bem colocado, Ernesto. Ainda no caminho do almoço pra cá, vinha me perguntando quem seria o antagonista de Nietzsche e li este seu comentário.
Ainda que eu tenha obsessões pelas coisas, sempre me permito olhar por todos os lados para chegar à uma conclusão final, ainda que demore séculos, ainda que crie outros dilemas...
se quiser indicar algo, é bem vindo!
bjoo!
ainda... ainda... obcequei de novo!
hehe
mais: Wikipediando: um cara que influenciou Jung, Sartre e Foucault não há de ser uma mente pouco valiosa, vai... be nice... rs...
A coisa mais interessante que aprendi em análise sobre os sonhos é que cada um dos personagens é um aspecto nosso alí projetado pelo inconsciente.
Érica:
Mentes valiosas nem sempre dizem, necessariamente, coisas valiosas.
O caso, exatamente, de Nini.
Érica,
Uma coisa é certa, melhor conhecer detalhadamente o que pode te transportar para qualquer lugar, do que o lugar em si...
Uau, Ti!
Olha a minha cara de admiração!
Ernesto: "Nini" é, realmente, uma intimdade ímpar... de amores reprimidos (risos!)
...será que, no fundo, no fundo, você não tem uma certa invejinha de toda aquela rabugisse do cara?
Érica-flor, tomando por base todos os comentários aqui, parece que vai demorar prá "arquivar".
Flávio: mais uma pro bloco de anotações na cabeceira da cama.
Ernesto: nesse caso: "Mentes valiosas nem sempre dizem, necessariamente, coisas valiosas" não posso discordar, querido... Mas como não sou afeita a discussões, deixo você com a sua opinião e fico com a minha. Será que no futebol a gente concorda?? rsrsr...
Ti: Quanto tempo demora ou ainda, será que é possível conhecer alguma coisa nesse nível de detalhe? Ou vamos aos MBAs, Póses e afins para tentar, quem sabe um dia, chegar à um resultado satisfatório... Ah, ok, a intuição... Here we go again...
Udinha-san: veja o que o amor é capaz de fazer... rsrsrs...
Acho melhor mudar o marcador para: "em desenvolvimento"
Érica-Flor! Amor! É isso mesmo, florzinha!
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